JORNAL CRITILO
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
sábado, 10 de novembro de 2007
nota sobre o Sr. K
dor? sai dessa, palhação
amigos e amigas, apresento-lhes o sr. K. Um idiota.
O sr. K. é o que se pode denominar de um Emo intelectualizado. Ele tem cultura, tem bom raciocínio, teve oportunidades nessa vida e tudo mais... e vive aí, não digo choramingando pelos cantos, mas induzindo você, leitor, a se sentir um bosta, como ele.
Não dêem ouvidos ao sr. K...
verdade seja dita, ele só escreve nesse jornal por ser filho do chefe da redação.
é um imbecil...um bostão
vai tomá no cu, seu K de merda
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Jão Siqueira Sarará
A quem não sabe, siqueirinha tambor, jão melodia, ou só Sarará - o compositor oficial do jornal. Não tem música desse lado de cá que não tenha passado pela mão morena de jão sarará.
Minha formação vem do canto - seu canário m'ensinou sobre a arte de voar a cantar. Das tristezas e alegrias, me distorso rumo ao drama. Às surpresas dessa vida, vou de encontro como chama - não me apago, me apego. Em abraços, ardo; do contrário, me assussego.
"Eu sou o Deus e o Diabo num roça-roça imoral."
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sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Critilo
Embora você não queira ficar à beira, quase a cair
dentro do abismo entre a loucura e a razão,
agora, você se orgulha de ser aceito sem um defeito.
Mais um poeta, um imperfeito ato primeiro
do grande ator que atua em vão.
Em vão, vão atrás de alguém que nada faz
além de ouvir quem os vê como alguém
que nada faz além de ouvir quem os vê como alguém
que nada faz além de ouvir quem os vê como alguém
que nada faz além de ouvir aquém e ver como ninguém
nada faz além de ouvir quem os tem como alguém...
(Gutiérrez)
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sábado, 28 de julho de 2007
União Estável - Porta de Entrada
Creio ser pertinente uma breve (ou nem tanto) reflexão sobre o assunto, logo de início, para motivar os colegas. Além disso, é um assunto intrigante a qualquer um - afinal, (e eu hei de concordar...) diz que "temos nesses outros não uma companhia, mas, inexplicavelmente, uma necessidade".
Tomo o exemplo de cá, da Redação. Quando dizemos ter uma convivência intensa há mais de vinte anos, provavelmente entendem como hipérbole, ou nos tomam como mentirosos mesmo. Mas não, de fato, é um convívio tal como descrito. Nesses vinte anos, partimos de nossa inconsciência uníssona de desbravadores desse admirável mundo novo e aportamos ao que somos hoje - um emaranhado de idéias muitas vezes confusas, por vezes complementares, por vezes opostas, mas, acima de tudo, totalmente interligadas. O que temos aqui é o amadurecimento de idéias que, em algum ponto, se tocam (ou melhor, se "grudam") e, a partir daí, se equilibram.
Eu sempre gosto de fazer esta analogia: a Redação como se fosse uma pessoa só. Uma pessoa tem, em sua cabeça, um caldeirão de idéias fervilhando - e vão lá pensamentos se batendo uns com os outros, se ajuntando, se esfolando, se quebrando incessantemente... enfim, uma constante evolução de opiniões que culminam (a partir de certo ponto da vida) numa personalidade mais ou menos firmada. Partindo desse pressuposto, não se notam muitas diferenças entre uma pessoa de verdade e a Redação. Em essência, são apenas idéias. Idéias minhas, idéias dos meus colegas, que, debatidas, crescem, tomam forma, e viram alguma coisa no jornal. Idéias que, por algum motivo, se unem e se conformam a um arranjo comum à união estável.
Que são idéias interligadas, tudo bem. Pessoas que se "grudam", ok, entende-se. Mas por que tudo isso? Aí ninguém sabe... afinidade? vá lá... mas por que razão? Inexplicável. Simplesmente vão surgindo esses elos de onde menos se espera. Muito além de estar restrito a idéias, o apego - tal como o desapego - de uma pessoa à outra é um mistério indecifrável. E, em vez de se questionar, afinal, o que o gera, vejo com maior importância cultivar fenômeno esse tão intrigante. Chamem de amizade, de amor próprio, ou de tantos outros nomes que se dá a situações, no mínimo, similares - um homem na luta contra a loucura, um casal na superação da crise dos 15 anos, a mente de um pastor evangélico, a Redação desse jornal, ...
Bom, nós, da redação, conformados, sem esforços (de minha parte, pelo menos), para estabelecer esse elo, estamos felizes e ansiosos pelo começo dessa jornada. A concretização do projeto "Jornal Critilo" será um meio eficiente de nos conhecermos melhor, expondo por completo tudo o que se passa por aqui, e ainda, e não menos importante, objetiva induzir um copular frenético, psicótico e imoral de idéias, nossas e d'outrem, sem dar a mínima às conseqüências disso.
Agradecemos a todo o apoio que nos foi dado desde o início - e, se algum nome deve ser citado, esse nome é um só: Gabi Sturz (ao teu apoio, ao teu esforço imensurável, e a tudo mais, Gabriela, te agradecemos! Este projeto é dedicado a ti! Um beijo forte de toda a Redação!!).
O Formato do Jornal é bem simples: cada texto será publicado relacionado a uma ou mais seções do Jornal. A seguir, breves comentários sobre cada seção:
- Apresentações - segue desse post (levemente introdutório) e d'outros futuros, apresentando os membros da redação e o que mais puder ser apresentado;
- Classificados - anúncios variados;
- Esportes
- Reflexões - área filosófica do jornal, textos pesados e profundos;
- Crônicas - "a vida como ela é";
- Arte - espaço de alto teor cultural, divulgando as manifestações artísticas da Redação;
- Gastronomia - receitas dos melhores gastrólogos;
- CAPA - fique por dentro de tudo que anda rolando no mundo das estrelas. Moda (leia-se modinha) em geral. O grande chamariz à grande massa morta;
- Geral - leia-se resto;
- Diálogos - de vãs filosofias de buteco à entrevistas variadas;
No mais, é isso. Desejo um bom trabalho a todos.
Abraços, Gutiérrez.
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